Segue trecho em vídeo de reunião do vice prefeito João Batista Nunes com os moradores do Campeche, sobre a questão do já polêmico show do Ben Harper no bairro.

O depoimento dele é sensacional: menos de doze horas antes da decisão, ele é categórico ao dizer que haveria um show no bairro e outro no norte da ilha. A promessa durou poucas horas.

Acho até que a questão de se fazer dois shows pode significar um alívio aos moradores do bairro no sábado. O apelo do músico em apenas uma apresentação significaria sim, uma grande bagunça. Neste caso, um é pouco e dois é bom…

Mas tudo que relaciona ao vice prefeito, confesso que me assusta. Embora seja boa pessoa, não demostra os conhecimentos que acha possuir, principalmente na questão de infra estrutura e trânsito.

Basta ver a lambança feita na “humanização” da avenida Paulo Fontes. Além de ferrar com o meio campo de quem mora na região sul da cidade, o “projeto” assusta pela feiúra. Aqueles vasos medonhos de tão horríveis no meio da via não fazem jus às belezas de nossa cidade. Aquilo para mim é a coisa mais feia, porca e mal feita de Floripa.

Até em cemitério os vasos são mais bonitos.

Por isso, continuo com receio e torcendo para queimar minha língua. Pelo retrospecto, o que é planejado pelo vice prefeito não desce muito redondo…..

Esse vídeo mostra que nossas autoridades mudam de opinião com uma “volatidade” surpreendente….

A alternativa de dois shows pode significar uma melhora no fluxo de visitantes… Mas por que dizem uma coisa e logo depois anunciam outras??

 

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  1. Eles estão (a prefeitura e os organizadores) APAVORADOS com a quantidade de gente. Eles nem imaginam como é fazer um show deste porte. Por isso está uma zona. De qualquer modo, ainda há uma esperança:

    O Ministério Público Federal propôs Ação Civil Pública, com pedido de liminar, para impedir a realização do evento musical denominado Praia Skol Music, agendado para o próximo fim de semana, entre os dias 5 e 6 de fevereiro, na Praia do Campeche, localidade do “Riozinho”, em Florianópolis.

    A ação foi ajuizada pelo Procurador da República Eduardo Barragan contra a Companhia de Bebidas das Américas (AMBEV), o Banco de Eventos Ltda, o Campeche Camping e Promoções Ltda e o Município de Florianópolis.

  2. Evento de classe internacional, organização
    provinciana.
    O caos reinante não me surpreende nem um pouco; parecem ter tido a idéia sem ter pensado na prática da logística envolvida na organização de tal show.
    Simplesmente não há vias de acesso que comportem a situação esperada, em dias normais já é um problema e tanto chegar até o centro oou sair do sul da ilha.
    Assim como não tem esgoto que dê conta da quantidade de turismo que se espera todo verão…

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